Dezembro é o mês Natalino, hoje iremos falar um pouco sobre essa comemoração.
O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.
As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.
Mês repleto de realizações, eventos e de muitos gastos. Nesse mês a correria pelo presente ideal já tem começado a muito tempo, os preços em alta e produtos esgotando.
Com o Natal chegando e o 13° salário no bolso, a tentação de comprar aquele sonho de consumo fica mais aguçado e o trabalhador brasileiro tende a não resistir a tentação. Muito brasileiros irão, neste natal, comprar demasiadamente e sem fazer planos futuros. Ou seja, irão contrair dívidas, oriundas de parcelamentos que somadas poderão comprometer o orçamento no início do ano.
Para controlar essa voracidade, que vem de dentro, é preciso de muita calma na hora de saber e calcular a possibilidade real de comprar o seu sonho de consumo, principalmente por causa da crise e dos juros altos.
O mais importante de tudo para o planejamento é que sejam definidas as prioridades para os presentes e lembranças, os valores médios entre os presentes e lembranças, o valor total que se deseja gastar e quanto você pode passar desse orçamento sem comprometer o pós natal (para um eventual erro de cálculos).
Por: Elton Carvalho.